Acredite no que lhe digo. Os sindicatos reclamam hoje vitória apenas, sublinho, apenas para não perderem a face. Conseguiram colocar 100 000 professores em Lisboa a protestar contra a ME; conseguiram que 100 000 aprovassem um plano de acção no qual se exigia, digo bem, exigia a eliminação do actual modelo de avaliação e, na pior das hipóteses, a sua introduçao experimentalmente no próximo ano.
E afinal, o que acabam agora de acordar com o ME?
1. QUe o modelo de avaliação avança no próximo ano, pelo que não é suspenso; 2. Que 7000 dos docentes são avaliados ou pseudo-avaliados já este ano, o que significa que não há período experimental; 3. A criação de mais um escalºao na carreira docente, ao qual nunca poderão aceder mais de 70% dos professores, INDEPENDENTEMENTE so seu mérito.
Claro que s sindicatos reclamam vitória: não podem perder a face.
Já a ministra nem se importa com o recuo, porque daqui a dois meses se verifica que foi um avanço; e sempre dá a imagem de pessoa dialogante, coisa que nunca foi.
A avaliação, caro SL? Quero lá saber da avaliação. O que interessa é o resto, a avaliação é uma patetice folclórica de quem aprendeu gestão mas nunca a teve que exercer.
Caríssimo,
Acredite no que lhe digo. Os sindicatos reclamam hoje vitória apenas, sublinho, apenas para não perderem a face. Conseguiram colocar 100 000 professores em Lisboa a protestar contra a ME; conseguiram que 100 000 aprovassem um plano de acção no qual se exigia, digo bem, exigia a eliminação do actual modelo de avaliação e, na pior das hipóteses, a sua introduçao experimentalmente no próximo ano.
E afinal, o que acabam agora de acordar com o ME?
1. QUe o modelo de avaliação avança no próximo ano, pelo que não é suspenso;
2. Que 7000 dos docentes são avaliados ou pseudo-avaliados já este ano, o que significa que não há período experimental;
3. A criação de mais um escalºao na carreira docente, ao qual nunca poderão aceder mais de 70% dos professores, INDEPENDENTEMENTE so seu mérito.
Claro que s sindicatos reclamam vitória: não podem perder a face.
Já a ministra nem se importa com o recuo, porque daqui a dois meses se verifica que foi um avanço; e sempre dá a imagem de pessoa dialogante, coisa que nunca foi.
A avaliação, caro SL? Quero lá saber da avaliação. O que interessa é o resto, a avaliação é uma patetice folclórica de quem aprendeu gestão mas nunca a teve que exercer.
Soberbo!
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