06 Fevereiro 2007

Das grandes questões existenciais (2)

Enquanto os ilustres camaradas discutem coisas complicadas como seja o custo de oportunidade do investimento público (já lá iremos camarada Toni), aqui o Lopes divaga por coisas mais terra a terra mas ainda assim existenciais (para uma existência um bocado triste mas enfim...).

2) O Blasfémias depois do referendo

Aquele que era um dos blogs mais interessantes para tipo com um espírito liberal, como aqui o camarada Lopes, transformou-se, desde há algumas semanas e a propósito do referendo, num campo de batalha entre defensores do "Sim", do "Não" e o João Miranda (posição "Nins-que-são-Nãos-e-o-liberalismo-que-se-lixe"). Já há comadres "zangadas", gelatinas, e pouco ou nenhum interesse em passar por lá.

A questão existencial é imediata: o que vai ser do Blasfémias após o referendo? Como é que aqueles rapazes se vão entreter?

Numa lógica de cooperação bloguística, o camarada Lopes adianta desde já alguns temas susceptíveis de captar o interesse dos morcões que passam os dias na respectiva caixa de comentários (excepção para o Anti-Comuna que, como é público e notório, é um tipo fixe) e que são altamente relevantes para o futuro da nação:
- casamentos gay: sim; não; ou o estado não tem nada que se meter em acordos privados aliás nem deve existir mas levar na bilha não é coisa da Escola Austríaca e por isso voto nin? (posição João Miranda)
- despedimento livre na função pública: sim; não; ou em teoria sim mas na prática agradeço que não (posição João Miranda)
- deve o Scolarri rapar o bigode com a nova Gillette Fusion: sim; não; ou quem é o Scolari? (posição João Miranda)
- sexo é melhor: deitado (posição missionário); de joelhos (posiçao à canzana); ou sentado em frente ao computador? (posição João Miranda)